Não existe vazio que não possa ser preenchido, não existe coração que não possa ser revivido, ninguém mantém buracos abertos por muito tempo sem se sentir incomodado. Faz parte do movimento da vida ressignificar-se, retomar os passos, preenchendo-se os recantos em que há ausências, reerguendo-se dos abismos à procura de mãos que puxem de volta ao caminho da vida. Bobo de quem se acha a última bolacha do pacote, pois elas costumam quebrar ou murchar. É isso.
(via pseudomorte)




